Festival Universitário da Canção
Marineide Cervigne
Marineide Cervigne é coordenadora e diretora do FUC, Festival Universitário da Canção. A última edição do evento ocorreu no dia 28 de setembro de 2013, tendo como vencedora Marina Peralta, estudante de Psicologia da UFMS. Já são 21 anos dando oportunidade a universitários a exporem seus trabalhos, incentivando a comunidade acadêmica a criar música. E nesse mês, Marineide conta ao ENSAIO GERAL um pouco sobre o FUC.
ENSAIO GERAL: Qual o objetivo do FUC?
MARINEIDE: O grande objetivo desse projeto é a união entre os cursos. A gente percebe que os alunos tem que estudar tanto durante os anos que eles estão aqui, e a gente sabe também que esses alunos, de diversas áreas, exatas, humanas e biológicas, também fazem música, então a gente dá oportunidade para eles mostrarem seus trabalhos, suas criações.
ENSAIO GERAL: Houve muitas inscrições de outras cidades?
MARINEIDE: De outras cidades, nós tivemos quatro inscrições, duas de Corumbá que foram selecionadas, e também vieram inscrições de Nova Andradina e Aquidauana.
ENSAIO GERAL: Como foi o processo da seleção das canções?
MARINEIDE: Nós recebemos as inscrições, daí existem os primeiros jurados, que são pessoas de gabarito que selecionam, depois de ouvir todas as músicas inscritas, e elas são pontuadas em três critérios: nota para interpretação, letra e melodia. As 20 mais pontuadas foram selecionadas para serem apresentadas ao vivo.
ENSAIO GERAL: O número de inscritos foi maior que vocês esperavam, consequentemente aumentando o número de músicas selecionadas. Foi algo inesperado?
MARINEIDE: Não, isso acontece sempre. Acontece uma contagem de pontos e consta no regulamento que o número de canções selecionadas seria de 16, mas quando as músicas empatam, em vez de selecionar uma só, o jurado tem o poder e a competência para selecionar mais músicas.
ENSAIO GERAL: Além das premiações para primeiro, segundo e terceiro lugar, existe também premiação para melhor intérprete e canção mais irreverente. Como essas categorias são julgadas?
MARINEIDE: Isso é um critério do próprio jurado. Primeiro, segundo e terceiro lugar são as músicas mais pontuadas. Geralmente, o melhor interprete está dentro de uma dessas colocações, é muito difícil um aluno que não ficou entre as três primeiras posições ganhar como melhor intérprete, mas já aconteceu. A interpretação da pessoa, como ela se coloca no palco, é pontuação pra ela. Às vezes a banda não é tão boa, a música não é tão boa e ela pode ganhar como melhor intérprete. E a irreverência é aquela música mais escrachada, ou a mais fácil de cantar, que o público gosta e que nunca ganhava prêmios. Já faz uns dez anos que a gente dá esse prêmio pra música irreverente, que são grupos que participam pra se divertir mesmo, pra divertir o público.
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