Festival América do Sul: teatro de marionetes encanta público
O FAS (Festival América do Sul) acontece em Corumbá desde 2004, aproveitando a localização estratégica da cidade para fortalecer o diálogo com os países vizinhos e com toda a América do Sul. Dessa forma, o público sul-mato-grossense tem acesso a artistas internacionais, ampliando seu senso de pertencimento regional.
Um exemplo é o espetáculo “La Musica Viene” (A Música Vem), que aconteceu neste sábado (17). O teatro de marionetes de madeira contou a história da música popular argentina, encantando o público do FAS. Com ritmo e cultura, o teatro traz à cena as memórias de infância do artista Hernán Lira, que emociona o público ao manipular seus bonecos autômatos com movimentos delicados e realistas.
Há cerca de 25 anos, Hernán produz bonecos e brinquedos com mecanismos manuais para a venda, muito parecidos com os que utiliza no espetáculo. Além disso, ele realiza workshops pelo Brasil e pelo mundo, e desenvolve salas de jogos e espaços recreativos com artefatos mecanizados. Em seu bairro natal, Acevedo, Hernán construiu sua Casa-Oficina, onde mora, trabalha e mantém vivo o seu sonho.
Hernán Lira, de 46 anos, destaca como funciona o seu espetáculo “La Música Viene”:
“Este é um trabalho que inclui números musicais, com um repertório de música popular rio-platense, e a história é tecida com lembranças da minha infância. Todos os números são apresentados com pequenas histórias dessas lembranças infantis. As marionetes são como uma diversão de outro tempo. Hoje em dia, as crianças brincam com telas, então é como voltar à fonte, divertir-se com algo ao vivo, ver bonecos feitos de materiais tão especiais. Materiais tangíveis como madeira, couro, então é um convite para não perder a essência do brincar humano e para que não sejamos abstraídos pelas máquinas que brincam por nós”.
O artista participa do festival América do Sul desde 2015 nos estandes de artesanato, sobre sua ligação com Corumbá ele destaca: “Eu entendo que essa coisa latino-americana tem elementos que nos unem, especialmente nosso litoral argentino que tem muita semelhança com essa região, o tema do chamamé, abraçar os rios, então é uma experiência muito valiosa e gratificante”.
Marcus Urquiza, corumbaense, de 42 anos, acompanhou a apresentação com sua filha Ana Luiza, de cinco anos, e compartilhou suas impressões sobre o espetáculo.
“Eu gostei muito porque o espetáculo resgata as memórias de infância do artista e acaba buscando um pouco das nossas também. É interessante a relação que ele tem com a música, a família e a vizinhança que mostrou, além da história do circo. Minha filha nunca tinha visto teatro de marionetes, foi a primeira vez, e ela se divertiu bastante. Eu também me diverti, quase tanto quanto ela”, frisou Marcus.
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