"Os Sertões", opção de leitura no centenário de Euclides da Cunha
Um jornalista, escritor, sociólogo, historiador, geógrafo e engenheiro brasileiro. Assim foi Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha, que entre outras obras, deixou para o Brasil: "Os Sertões" (1902).
E 2009 foi escolhido pela Academia Brasileira de Letras (ABL) para ser "O Ano Nacional de Euclides da Cunha"
Escrito durante da Guerra de Canudos, na Bahia, "Os Sertões" eternizou um pouquinho da realidade brasileira, analisando em três partes os acontecimentos daquela virada de século: "A Terra", "O Homem" e "A Luta".
O jornalista acompanhou a fase final do confronto, que do lado do povo era organizado por Antonio Conselheiro e do outro pelo governo brasileiro, registrando os acontecimentos para "O Estado de São Paulo".
A Terra é uma descrição detalhada feita pelo cientista Euclides da Cunha. O Homem, por sua vez, mostra uma descrição feita pelo sociólogo e antropólogo Euclides da Cunha, que mostra o habitante do lugar. E A Luta é uma descrição feita pelo jornalista e ser humano Euclides da Cunha, relatando as quatro expedições a Canudos. Vale a pena ler e conhecer mais...
Centenário - Agora em 2009, completa-se cem anos da morte de um dos mais famosos "correspondente de guerra" que o Brasil já teve.
Carioca, nascido em Cantagalo (RJ) em 20 de janeiro de 1866, com apenas três anos ficou órfão de mãe. Até a fase adulta, viveu com diferentes familiares. Já em 1884 começa a escrever versos em uma caderneta intitulada "As Ondas".
Defensor da República, em 1888 escreveu pela primeira vez para a Província de S. Paulo (hoje O Estado de S. Paulo). Seu artigo inaugural foi "A Pátria e a Dinastia".
A convite de "Júlio de Mesquita" de O Estado, segue em 4 de agosto de 1897 para os sertões da Bahia junto da comitiva militar do ministro da guerra, Marechal Carlos Machado Bittencourt.
Em 1903 ele foi eleito para a cadeira número sete da Academia Brasileira
de Letras, antes ocupada por Valentim Magalhães. E recebido em 18 de dezembro de 1906 pelo acadêmico Sílvio Romero.
O escritor é morto dia 15 de agosto de 1909, aos 43 anos de idade, por ciúmes, após trocar tiros com Dilermando de Assis. O episódio ficou conhecido como "A Tragédia da Piedade".
No site da ABL é possível encontrar um pouco mais sobre a vida de Euclides da Cunha, como obras digitalizadas (incluindo "Os Sertões"), "À margem da história", "Peru versus Bolívia", "Contrastes e confrontos".
Por Rosália Silva
Com informações e foto do site http://www.euclidesdacunha.org.br/
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