Geral | Da redação/com FCMS | 06/02/2015 11h13

FCMS dialoga com profissionais da música e do Teatro

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Na tarde de ontem (4), o secretário de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação, Athayde Nery e sua subsecretária Andréa Freire, reuniram-se com integrantes do Sindicato dos Músicos, Autores e Técnicos de Mato Grosso do Sul (Simatec-MS) e com o Colegiado Setorial de Teatro de Campo Grande. A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), iniciou na ocasião um grande debate sobre as demandas destas duas áreas artísticas e solicitou a cooperação dos artistas na reflexão acerca de políticas públicas para a cultura estadual.

O secretário Athayde Nery afirmou que uma das prioridades da FCMS é a criação de instrumentos que garantam a transparência no investimento de recursos públicos, especialmente do Fundo de Investimento culturais de Mato Grosso do Sul (FIC-MS). “Pedimos que vocês se organizem para que possamos identificar os erros e aprimorar os acertos dos editais eu são lançados todos os anos. Nós temos que valorizar as instâncias de participação pública de forma organizada e que elas atuem com proposições de políticas culturais”, destacou. 

Para subsecretária, Andréa Freire, os artistas, representados por suas instituições, devem propor políticas que beneficiem tanto a classe artística quanto a sociedade, envolvendo também todos os grupos artísticos de Mato Grosso do Sul.

Ficou pactuado com os artistas que ao longo da atual administração, serão reformulados os editais da FCMS segundo as demandas apontadas pelos colegiados setoriais da cultura, especialmente o edital do FIC-MS, serão revistos também o Sistema Estadual e o Plano Estadual de Cultura. “Este é um novo governo e agora os artistas têm a possibilidade de diálogo. Não vamos pensar pequeno na questão da cultura. Nestes 4 anos queremos fortalecer a cultura estadual e esse desafio não é somente nosso”, afirmou Athayde.

O diretor de teatro, Fernando Cruz, nesta questão avaliou que os artistas não querem somente ser usados como fachada de democracia. “Queremos conversar, mas que as conversas sejam concretizadas em iniciativas”, desabafou.

Dentre inúmeras demandas, os músicos, compositores e técnicos da área musical reivindicaram principalmente que o estado garanta o fomento ao mercado de trabalho dos músicos e toda a cadeia produtiva da música. E também que sejam renovados os equipamentos das unidades da FCMS, nos quais eles realizam suas apresentações. Oficinas de capacitação também entraram na pauta. O colegiado de teatro também reafirmou a importância do investimento na formação dos artistas. “O Estado tem que investir nessa área, pois o mercado não faz isso”, finalizou.

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