Curtas-metragens de MS exibidos no FASP revelam crescente produção em MS
Trabalhar com cinema em Mato Grosso do Sul ainda é um desafio que aos poucos está sendo superado com a produção cada vez maior de filmes. Nesta quinta-feira (21) foram exibidos, durante a programação do Festival América do Sul Pantanal em Corumbá, os curtas-metragens sul-mato-grossenses “A TV está Ligada” , de Essi Rafael, “Flor Brilhante e as Cicatrizes da Pedra”, de Jade Rainho, “Sem Fim”, de Fábio Flecha, e “Cordilheira de Amoras II” , de Jamile Furtado. Alunos da rede pública, produtores culturais, cineastas e visitantes assistiram os curtas.
As produções exploraram tanto a ficção quanto documentários, e abordaram diversos temas e linguagens. Depois da exibição houve um bate-papo com os produtores e diretores do filme onde eles deixaram evidente que o trabalho que realizam é pela paixão por aquilo que fazem e não, necessariamente, pelo retorno financeiro.
Fabi Fernandes, produtora do “Flor Brilhante e as Cicatrizes de Pedra” que fala sobre a situação de índios de uma aldeia na cidade de Dourados, ameaçados pelas explosões contínuas de uma usina de asfalto, diz ser uma ativista e que o cinema pode ser uma grande ferramenta para mostrar à sociedade suas mazelas. “É uma ferramenta nessa sociedade que a gente vive importante para o processo de ativismo. Um documentário por exemplo, é feito para mostrar a outras comunidades o que acontece e, muitas vezes, é silenciado. Ela também falou da importância de se inserir as crianças nesse contexto, para que haja formação de público. “As crianças tem dificuldade de assistir um documentário, mas é fundamental que assistam por que além de estar trazendo novos olhares sobre a cultura popular de MS, também mostra crianças com realidades diversas”.
Já o presidente da Associação Cinema e Vídeo, Orivaldo Mendes, disse que existe uma produção de cerca de 20 filmes por ano no Estado e que o principal desafio hoje para o cineasta é a distribuição dos filmes. “Temos incentivo, muitos filmes realizados, mas não são distribuídos, tem que ser pulverizados”, pontua Mendes.
A estudante Gleicilene Rocha, 13 anos, assistiu os curtas e revelou ter sido a primeira vez que foi ao cinema. Já Sanderson Márcio, 11, também estudante gostou do que viu e disse que achou bom ter vindo. “Gostei de ver os índios”. Hoje as sessões continuam com a a exibição de manhã dos curtas “Nós, o(u)tros”, “Um cara diferente”, “Red Hooker”, “Argento”, “Rosas são Vermelhas”, “Violetas são Sangrentas”.
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