Tarsilinha do Amaral participa de live nesta quarta-feira
Tarsilinha do Amaral, sobrinha-neta e detentora dos direitos autorais das obras de Tarsila do Amaral, participa de live no Instagram do projeto “Arte por artista”, nesta quarta-feira, 16, às 20 horas. Diálogo “Tarsila do Amaral por Tarsila do Amaral” faz parte da exposição virtual “Tarsila do Amaral – Mais de um Século de Arte”, em homenagem aos 134 anos de nascimento da artista brasileira.
“A conversa falará sobre a produção artística de Tarsila e o seu legado para o mundo, com suas cores formas e temas”, diz a mediadora da live, Andréa Dall’Olio, que divide a curadoria da exposição “Tarsila do Amaral – Mais de um Século de Arte” com Sandra Montenegro.
Idealizada por Jacinta Cavalcante, a exposição virtual de releituras tem o intuito de reconhecer o valor artístico, cultural e revolucionário de Tarsila do Amaral. Aproximadamente 40 artistas participam de “Tarsila do Amaral – Mais de um Século de Arte”, com obras de diferentes estéticas, técnicas e materiais. Totonho Laprovitera, por exemplo, apresenta “E aí comeu?”, obra em nanquim e ecoline sobre papel, em referência à “Antropofagia” (1929). Com tecelagem manual, Andréa Dall’Olio cria a obra “A Lua em Nós” - nova interpretação de “A Lua” (1928). Iniciada no primeiro dia de setembro no Instagram do “Arte por artista”, a exposição lança sua segunda etapa no dia 28 deste mês, a partir das 21 horas.
Para Andréa Dall’Olio, as releituras reativam a memória de Tarsila do Amaral e fortalece as obras originais da artista, com respeito e sensibilidade. “Tarsila leva o nome da arte brasileira, a estética e as cores do País para as artes mundiais. Em vida fez sucesso, produziu obras que transitaram pelo academicismo, início do Cubismo, Movimento Pau Brasil, pela fase Antropofágica, pelo movimento social e pelo Neo Pau Brasil”, afirma a curadora.
Um tanto de Tarsila
Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886, em Capivari, no interior do Estado de São Paulo. Estudou na capital paulista antes de ir morar em Barcelona. Quando retornou ao Brasil, casou-se com André Teixeira Pinto, pai de Dulce, sua única filha, nascida em 1906. Estudou escultura em barro com o William Zadig, desenho e pintura com Pedro Alexandrino e múltiplas técnicas em Paris.
A amizade com Anita Malfatti, participante da Semana de Arte Moderna de 1922, marcou sua trajetória artística. Nesse enlace, Tarsila teve contato com as obras do Modernismo e conheceu Oswald de Andrade, seu futuro marido. Juntos, formaram o Grupo dos Cinco Anitta Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti Del Picchia.
Algumas das obras de arte de destaque de Tarsila do Amaral: “A Negra”, “Abaporu” e “Operários”. A artista participou da I Bienal de São Paulo, em 1951, e da Bienal de Veneza, em 1964.
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