Sesc | Top Midia News | 28/10/2017 07h29

Show com Toquinho acontece neste sábado em Campo Grande

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Os fãs do cantor Toquinho podem se preparar para viver uma noite especial neste mês de outubro. O artista se apresenta em Campo Grande neste sábado, dia 28 de outubro, com a turnê “Toquinho – 50 Anos de Música”, acompanhado da convidada Camilla Faustino, às 21 horas, no Palácio Popular da Cultura em Campo Grande.

Os ingressos podem ser adquiridos no stand Pedro Silva Promoções, no 2° piso do Shopping Campo Grande ou através do site www.pedrosilvapromocoes.com.br.

Valores dos ingressos:

Setor B R$ 180,00 / meia R$ 90,00

Setores A / C / E R$ 150,00 / meia R$ 75,00

Setores D / F R$ 120,00 / meia R$ 60,00

Para outras informações sobre a apresentação do cantor na Capital ligue (67) 3326 – 0105.

50 ANOS DE MÚSICA

Para Toquinho, o violão passou a ser o prolongamento do próprio corpo. Do bojo de seu violão, ele extrai o néctar capaz de garantir o lema de seus dias: “Só tenho tempo para ser feliz”.

Tudo começou no ano de 1959, no limiar da Bossa Nova. A maneira transformadora de João Gilberto interpretar “Chega de saudade”, com sua inusitada batida de violão, estimulou Toquinho a aprender a tocar o instrumento.

Iniciou sua carreira profissional na década de 1960 ao lado de grandes nomes da MPB, como Tayguara, Chico Buarque, Elis Regina, Zimbo Trio, Caetano Veloso, Gal Costa, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Paulinho da Viola.

Uma fase importante de sua trajetória musical deu-se com Vinicius de Moraes, com quem começou a trabalhar em 1970.

Toquinho iniciava com Vinicius uma parceria que extrapolou a relação profissional e se consolidou numa fraternal amizade robustecida ao longo de dez anos por uma incrível criatividade, tornando-se o parceiro mais produtivo do grande poeta em mais de cem canções. Gravaram cerca de vinte e cinco discos e realizaram mais de mil shows pelo Brasil e no Exterior.

Depois da morte de Vinicius em 1980, Toquinho passou a confirmar definitivamente seu valor como instrumentista, compositor e intérprete internacional com sucessivas gravações e apresentações na Itália, Espanha, Paris e Londres, além das apresentações pela América do Sul.

Uma das pérolas da sensibilidade de Toquinho é, sem dúvida, a parte de sua obra que abrange o mundo infantil. São cerca de 40 canções que encantam as crianças porque Toquinho sabe brincar com elas de uma forma responsável e inteligente, mantendo um humor lúdico e objetivo na junção das letras com as melodias. Em novembro de 2003, o clipe animado “Aquarela” conquistou o “Liv Ullmann Peace Prize”, prêmio concedido pelo juri do Chicago International Children’s Film Festival, o maior e mais antigo festival de filmes infantis do mundo, cujo critério é conceder o primeiro lugar ao filme que traduz de forma mais sensível o desejo de paz e harmonia entre as crianças. Além desse prêmio, o clipe “Aquarela” alcançou o segundo lugar na categoria animação infantil do Anima Mundi 2003.

Comemorando 50 anos de carreira, Toquinho tem feito apresentações constantes por várias capitais e cidades brasileiras em shows de diferentes formatos. Aqui em Campo Grande, Toquinho apresenta seus sucessos e o melhor da bossa nova acompanhado da cantora Camilla Faustino.

Rompedor de fronteiras, Toquinho leva sua música para bem longe de sua terra, ao mesmo tempo em que conserva aquela brasilidade de quem ama andar pelos mais distantes locais desse país. Essa abrangente atividade requer uma profunda percepção artística, profissional e humana na lida com parceiros, produtores e diretores de shows; músicos, técnicos de estúdios e de palcos, cantoras, conjuntos vocais e assédios de fãs.

Um artista tem de estar constantemente guardado para a criatividade, matéria-prima do talento na continuidade de sua carreira.

As qualidades de mestre e aprendiz com alma de criança tornam Toquinho um autêntico contemporâneo do futuro, não permitindo que nem mesmo o tempo se lhe antecipe ou lhe surpreenda.

Sua carreira continuará embalada pela sutileza de sua criatividade, pelo virtuosismo de seu violão e por sua descontração no palco, incorporando a cada show o amigo da plateia, mais que o artista, sem deixar de prevalecer sua arte, mantendo o violão como fundamento primeiro do compositor e do intérprete.

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