Personalidade | Estevan Oelke | 25/11/2015 10h07

Fábio Monteiro

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(Foto: Reprodução/Internet) (Foto: Reprodução/Internet)

Fábio Monteiro, o tatuador ambulante

Fábio da Silva Monteiro tem 41 anos, é tatuador e tem como principais hobbies andar de bicicleta e cuidar do seu fusca. Sempre que possível gosta de ir ao teatro com a família, pois acredita que é uma forma de entretenimento muito dinâmica e lúdica, mas seus principais gostos culturais se fixam em livros e cinema.

A arte em sua família não se limita somente em Fábio, seu irmão é artista plástico e grafiteiro em São Paulo. Para o tatuador, o seu trabalho vai muito além da estética, pois a prática de desenhar o corpo é comum em todas as regiões do planeta, fazendo parte da história da humanidade. Seus familiares apoiam seu trabalho, e sua satisfação é poder deixar essa expressão artística na pele das pessoas pelo resto de suas vidas.

Tatuador há 7 anos, Fábio já passou por grandes estúdios de Campo Grande e agora vai até a residência quando é indicado por amigos. Por telefone, ele pergunta ao cliente o tamanho do espaço, pede para ser numa área ampla, fechada e estar bem higienizada. As diferenças de tatuar em estúdio ou em casa para o cliente é a comodiadade e para o tatuador a constante mudança no ambiente de trabalho. Seu principal objetivo é estar sempre se aperfeiçoando para atender melhor os clientes, e mantendo a humildade.

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