Ensaio Geral - UFGD publica livro sobre os Jogos Nacionais dos Povos Indígenas
Indígena | Da Redação/Com Dourados Agora | 04/11/2015 13h12

UFGD publica livro sobre os Jogos Nacionais dos Povos Indígenas

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O livro “Celebrando os jogos, a memória e a identidade: XI Jogos Nacionais dos Povos Indígenas, Porto Nacional – Tocantins, 2011” foi lançado em 26 de outubro de 2015, durante o "III Encontro Pan Americano de Jogos e Esportes Autóctones e Tradicionais" e o "I Jogos Mundiais Indígenas", em Palmas (TO).

A obra é gratuita, pode ser acessada no Repositório Vitor Marinho de Oliveira – Rede CEDES e foi publicada pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) em parceria com o Ministério do Esporte/REDE CEDES - Centro de Desenvolvimento do Esporte Recreativo e do Lazer.

A proposta é registrar e analisar informações referentes à memória do evento, identificar e compreender os principais legados do protagonismo indígena e apontar os rumos para a elaboração de políticas públicas de esporte e lazer para indígenas no Brasil.

São 13 textos produzidos por diferentes universidades brasileiras e duas entrevistas com os criadores e organizadores dos Jogos, Marcos Mariano Terena e Carlos Justino Terena, indígenas Terena de Mato Grosso do Sul. A apresentação do livro foi feita pelo Ministério do Esporte e o prefácio é do Prof. Dr. Levi Marques Pereira, da Faculdade de Ciências Humanas da UFGD.

A organização do livro foi das professoras Maria Beatriz Rocha Ferreira e Marina Vinha, da Faculdade de Educação (FAED) da UFGD. Marina Vinha é professora efetiva na Universidade, nos cursos de Educação Física, Licenciatura Indígena e Pedagogia. Além de ser organizadora do livro, também é autora do capítulo “Saúde social: fonte revitalizadora dos Jogos dos Povos Indígenas”. Maria Beatriz Rocha Ferreira é livre docente pela Universidade Estadual de Campinas e atualmente é professora nacional visitante sênior da CAPES/UFGD na Faculdade de Educação da UFGD. Ela é autora do capítulo “Jogos dos Povos Indígenas: redes de interdependências, percepções indígenas e mimesis”. 

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